Ok, vamos afundar no clichê comum na vida de qualquer adolescente. Vamos descrever o tal sentimento mais uma vez,trocando algumas palavras pra variar. Certamente muita gente fala que o amor é algo fascinante, um sentimento misterioso que parte ou constrói corações solitários. De fato. Porém, os filmes hollywoodianos nos passam uma certa impressão de que no final, depois do típico sofrimento amoroso, tudo dará certo, o casal viverá feliz, e quem tanto sofreu irá, para a alegria do senhor, ser feliz com a sua conquista. Lindo. Mas voltemos a realidade.
Tudo seria mil maravilhas se ambos os pombinhos compartilhassem de tal sentimento. Obviamente não é o que acontece, na maioria das vezes. Duas pessoas se tornam um casal por sorte,obra do destino, cartas de tarô ou se uma delas estiver fazendo de tudo para se identificar com a outra e agradá-la. O tradicional é uma pessoa se apaixonar pela outra e esta não sentir o mesmo.
Agora descrevamos o perfil da primeira pessoa,o fruto da paixão. Ela (falarei da menina porque,afinal,sou uma menina,entendo mais dessa parte),um belo dia, encara seu futuro amor. Nada acontece. Entretanto,com o passar do tempo, ela nota certas pecualiaridades no cara que as interessa. Ela se identifica com certos trejeitos e gostos dele. Ele olha pra ela. Ele,num certo momento, fala com ela. Eles conversam, riem, compartilham fatos da vida. Otimo. Os olhos da menina brilham com o progresso(?). A menina imagina momentos com ele, treina futuras conversas, se vê na frente do espelho enquanto fala só pra checar o melhor ângulo do seu rosto e até repara em pequenas falhas no seu cabelo ou em qualquer parte do corpo que podem ser melhoradas. Tais pensamentos dominam sua mente e ela perde muito tempo com isso. Além disso, ela vai atrás de todos os gostos do rapaz a fim de terem algo em comum no que conversar. Muitas vezes eles de fato possuem algo em comum. Tola. Ela não vê a hora de vê-lo. Quando eles começam a conversar, para a menina, é como se os minutos morressem e tudo é muito feliz. O tempo passa e ela realmente está gostando daquilo e tem até mesmo expectativas. Dai,em um dia de sol, num raiar da manha, o menino, no meio de uma conversa sorri e fala: cara, você é uma amiga e tanto. Cara? Amiga? Puf.
Infelizmente a menina não enxerga o que se passa ali. Finalmente, quando ela nota que o que ele é pra ela não é igual ao que ela é pra ele, e não por analisar a situação, mas por puro devaneio, sua mente é mais uma vez inchada por pensamentos bem fúteis, do tipo '' o que há de errado comigo'', e é ai que a menina erra feio. Ela começa a imaginar que o errado é ela, o anormal é ela, o não desejável é ela. O menino ainda continua o perfeito da história. E quando essa situação já se repetiu diversas vezes ao longo de sua vida? A autoestima simplesmente despenca e ela nem nota. Depois de uma certa época ela nem liga mais para o amor,a beleza ou coisas do tipo, não que ela se odeie ou pare de se cuidar, apenas por não ter tanta importância. Viva! A vida e a mente dela estão mais uma vez estáveis, preocupadas com o bem comum, com a felicidade e com que filme assistir em uma tarde de tédio. Sinto-lhes informar, mas anteriormente ela houvera criado expectativas e elas nunca morrem. O que acontece? Uma paixão reaparece, e tudo volta a tona.
Taí. É essa crônica de algumas linhas que os roteiristas transformam em verdadeiras tramas e dramas nas telinhas do cinema e em páginas e páginas de grandes best-sellers. Só não me venham com triângulos amorosos e instabilidade emocional frenética. Se duas pessoas se gostarem verdadeiramente já é dificil, três já é apelar pra boa vontade.
Uma boa noite.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
sábado, 7 de abril de 2012
Minha ilha particular.
O sol entra com a liberdade com que eu respiro o ar. É como se cada elemento não dependesse de nada para existir. Como se tudo que eu visse fosse obra de um acaso qualquer,de uma sorte desconhecida. A lógica das coisas era desafiadora,como se uma unica parte mudada fizesse toda a diferença. Um passo em falso e eu poderia destruir aquele lugar. Uma olhada errada e eu desvendaria o mistério aconchegante. Tudo era,e ao mesmo tempo não era calculado,ligado e dependente de mim. Era uma gigantesca responsabilidade invisível sobre minhas costas. O suor que caia de carregar aquilo era amado. Eu sou uma alma masoquista que sofre por felicidade. Será?
Bem vindos ao meu mundo imaginário perfeito.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Fim?
O filme já está acabando.Já estamos nos créditos finais.É ai que daremos o real valor de cada protagonista.É o momento que identificamos cada música da trilha sonora.E,mais importante,é nos créditos que vemos o quanto o filme foi interessante,e o quanto durou.
Foi longo.Teve história.Teve moral.Será que sim?Não foi tão depressivo quanto eu achava que seria.Não foi completamente perfeito.Não teria graça se fosse.Houve tradução de cada palavra.Nada foi passado despercebido.Cada um teve sua importância,seu papel nesses créditos finais.Agradecimentos:Todos os melhores possíveis para aqueles que que fizeram parte desse filme,mais um guardado na minha estante.
Foi longo.Teve história.Teve moral.Será que sim?Não foi tão depressivo quanto eu achava que seria.Não foi completamente perfeito.Não teria graça se fosse.Houve tradução de cada palavra.Nada foi passado despercebido.Cada um teve sua importância,seu papel nesses créditos finais.Agradecimentos:Todos os melhores possíveis para aqueles que que fizeram parte desse filme,mais um guardado na minha estante.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O impossível.
Eles viviam suas vidas,distantes.Não eram próximos.Não eram nem amigos.Sentiam uma repulsa mútua um pelo outro,cada um com personalidades horrivelmente diferentes.Suas amizades pertenciam a mundos completamente paralelos.O anjo.A rebelde.O branco e o preto,destacando-se por suas diferenças.Eram apenas Yin e Yang.
O futuro é desconhecido e a rotina de cada um era de completa surpresa.Não eram apenas as diferenças que os tornavam distantes,mas o receio e o medo.Era evidente.Cada um tinha suas próprias convicções.Eles não se odiavam ou se repeliam,mas se atraiam de modo assustador.Eram como almas interligadas.Polos de um ímã que não podiam se separar de forma alguma.Não era atoa que nenhum faltavam suas aulas ou trocavam de lugar no intervalo.A simples metragem entre eles era suficiente para se controlarem.Mas não era o bastante.Eles não conseguiam evitar as olhadas rápidas e esquivadas velozes de pensamentos.Um pelo outro.Sempre.A sociedade que os envolviam os impediam de se expressarem de forma verdadeira.A questão era: por que tanto temor em se juntarem e explodirem em emoção,amor e alegria?Só havia uma resposta: o tão desprezível status.Cada um tinha uma imagem a manter.Ele,com seu jeito certinho,sua cara inocente e sua lábia de que a vida precisa ser controlada e sempre baseada em exatas,tipico de inteligentes intelectuais.Ela,com seus cabelos metade presos por uma presilha simples.Seus olhos,mesmo que castanhos e perfeitamente normais,possuíam um indecifrável mistério,que só o mais profundo dos olhares poderia atingir e descobri-lo.Tinha um jeito mais que debochado e desprendido de viver,como se o amanhã não importasse.Completo erro.Que seja.Ambos não aguentariam,nem que fossem deuses fortes ou coisa do tipo,tal pressão.
A aula acabara.Todos foram emboram.
Como de costume,ele subia a rua,em direção a sua pseudo-mansão,a algumas quadras dali.Ela,descendo a rua,se dirigia a uma lanchonete,onde iria se embebedar com coca-cola,puro açúcar e cafeína.Aquilo a animava,ao mesmo tempo que a acalmava psicologicamente,e a ajudava a parar de pensar tanto em seu inimigo sentimental.O garoto,diferentemente,chegara em casa,ligara seu aparelho de som e começara a escutar opera.Para ele,identificar todos os instrumentos de uma sinfonia era capaz de desviar seus pensamentos,grudados em você-sabe-quem.De repente uma ideia lhe antigiu em cheio.Queria porque queria ir a lanchonete no fim da rua,local onde a garota sempre ia,mas ele não sabia.
O mesmo aconteceu com a garota.Uma vontade louca de subir a rua e ir em direção ao conservatório a encheu de alegria,até então inexplicável.
O caminho a ser prosseguido por ambos era o mesmo.Era óbvio que se encontraria.
Ele descendo.Ela subindo.Os dois,de longe,muito longe,se enxergaram.A vontade de cada um era dar meia volta,mas a vontade do alien desconhecido morando em seus estômagos era mais forte,e os forçaram a continuar.Já estavam perto.Já estavam quase frente a frente.Continuaram.Um passou pelo outro,trocaram olhares,como se estivessem se comunicando por eles,mas seguiram.
Ela parou.Ele também.Ela se virou,com uma expressão jamais vista.Seus olhos estavam cheios de lágrimas.Não conseguia entender porque via tanta paz no cara a sua frente.De tanto o observar,mesmo que de longe,desde muito tempo, ela passou a vê-lo como um na sua mesma situação: rodiado por gente que o pressionava a viver numa cadeia comportamental.De repente ela se viu abraçada a ele,e apenas falando e falando,completamente sem controle,desabafando sua vida com um desconhecido.De início o garoto se via confuso naquela situação.Aos poucos ele se encaixou na mesma realidade.
Finalmente,quando ela parou de falar,eles se soltaram,e apenas se olharam por longos segundos.Olhares poderosos.A conexão entre eles eram muito forte,como se existisse antes mesmo de terem nascido.Com apenas simples olhares entenderam que não havia motivo para prender o tal sentimento.
Se abraçaram,mas agora muito mais forte.Aquilo os acalmava muito mais que coca-cola e ópera.
Se soltaram de novo.
Então,ele juntou coragem e falou:
-Oi,eu sou Johan.
Ela,ainda confusa murmurou:
- Sou Alanis,prazer em conhecê-lo.
O futuro é desconhecido e a rotina de cada um era de completa surpresa.Não eram apenas as diferenças que os tornavam distantes,mas o receio e o medo.Era evidente.Cada um tinha suas próprias convicções.Eles não se odiavam ou se repeliam,mas se atraiam de modo assustador.Eram como almas interligadas.Polos de um ímã que não podiam se separar de forma alguma.Não era atoa que nenhum faltavam suas aulas ou trocavam de lugar no intervalo.A simples metragem entre eles era suficiente para se controlarem.Mas não era o bastante.Eles não conseguiam evitar as olhadas rápidas e esquivadas velozes de pensamentos.Um pelo outro.Sempre.A sociedade que os envolviam os impediam de se expressarem de forma verdadeira.A questão era: por que tanto temor em se juntarem e explodirem em emoção,amor e alegria?Só havia uma resposta: o tão desprezível status.Cada um tinha uma imagem a manter.Ele,com seu jeito certinho,sua cara inocente e sua lábia de que a vida precisa ser controlada e sempre baseada em exatas,tipico de inteligentes intelectuais.Ela,com seus cabelos metade presos por uma presilha simples.Seus olhos,mesmo que castanhos e perfeitamente normais,possuíam um indecifrável mistério,que só o mais profundo dos olhares poderia atingir e descobri-lo.Tinha um jeito mais que debochado e desprendido de viver,como se o amanhã não importasse.Completo erro.Que seja.Ambos não aguentariam,nem que fossem deuses fortes ou coisa do tipo,tal pressão.
A aula acabara.Todos foram emboram.
Como de costume,ele subia a rua,em direção a sua pseudo-mansão,a algumas quadras dali.Ela,descendo a rua,se dirigia a uma lanchonete,onde iria se embebedar com coca-cola,puro açúcar e cafeína.Aquilo a animava,ao mesmo tempo que a acalmava psicologicamente,e a ajudava a parar de pensar tanto em seu inimigo sentimental.O garoto,diferentemente,chegara em casa,ligara seu aparelho de som e começara a escutar opera.Para ele,identificar todos os instrumentos de uma sinfonia era capaz de desviar seus pensamentos,grudados em você-sabe-quem.De repente uma ideia lhe antigiu em cheio.Queria porque queria ir a lanchonete no fim da rua,local onde a garota sempre ia,mas ele não sabia.
O mesmo aconteceu com a garota.Uma vontade louca de subir a rua e ir em direção ao conservatório a encheu de alegria,até então inexplicável.
O caminho a ser prosseguido por ambos era o mesmo.Era óbvio que se encontraria.
Ele descendo.Ela subindo.Os dois,de longe,muito longe,se enxergaram.A vontade de cada um era dar meia volta,mas a vontade do alien desconhecido morando em seus estômagos era mais forte,e os forçaram a continuar.Já estavam perto.Já estavam quase frente a frente.Continuaram.Um passou pelo outro,trocaram olhares,como se estivessem se comunicando por eles,mas seguiram.
Ela parou.Ele também.Ela se virou,com uma expressão jamais vista.Seus olhos estavam cheios de lágrimas.Não conseguia entender porque via tanta paz no cara a sua frente.De tanto o observar,mesmo que de longe,desde muito tempo, ela passou a vê-lo como um na sua mesma situação: rodiado por gente que o pressionava a viver numa cadeia comportamental.De repente ela se viu abraçada a ele,e apenas falando e falando,completamente sem controle,desabafando sua vida com um desconhecido.De início o garoto se via confuso naquela situação.Aos poucos ele se encaixou na mesma realidade.
Finalmente,quando ela parou de falar,eles se soltaram,e apenas se olharam por longos segundos.Olhares poderosos.A conexão entre eles eram muito forte,como se existisse antes mesmo de terem nascido.Com apenas simples olhares entenderam que não havia motivo para prender o tal sentimento.
Se abraçaram,mas agora muito mais forte.Aquilo os acalmava muito mais que coca-cola e ópera.
Se soltaram de novo.
Então,ele juntou coragem e falou:
-Oi,eu sou Johan.
Ela,ainda confusa murmurou:
- Sou Alanis,prazer em conhecê-lo.
sábado, 29 de outubro de 2011
Dejavú.
Pouxa!Será má sorte?Karma?Conspiração?Por que isso se repete,tantas e tantas vezes?Eu já aprendi a lição.Na verdade não.Mas já sofri demais com isso.Essa repetição de cenas.Esses argumentos já usados.Essas situações já vividas e a sensação de nada estar evoluindo como eu imaginava.Será uma regressão constante de pensamento?De ideias?O foco não está mudando e continuo com a mesma imagem de anos atrás.Não que eu queira mudar,mas sim evoluir existencialmente.Queria muito entender tudo isso. T-U-D-O.Não só partes de uma conclusão.Queria ver o desconhecido,o não vivido e não o replay de algo que aconteceu.Quero sair desse ciclo vicioso de Dejavú.
Garz.
Garz.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Não adianta mentir ou negar,somos rodiados pela ilusão.
Não é como nas novelas.Não é a dedicação ao extremo,a perseverança e a vontade de tornar algo possível que fará com que esse algo realmente se torne realidade.As vezes não era para acontecer.E ai você fica pensando e culpando a vida por isso.Daí você parte para a boa vontade.Vira um exemplo de boa pessoa e crê que fazer coisas boas sem pedir nada em troca é o necessário para ser merecedor de alguma glória.E a coisa continua não acontecendo.Finalmente você percebe que nada do que você acha que é o certo a fazer resolve o seu problema e ai joga tudo pro alto e desiste.Mas eis que no fim do túnel escuro a luz aparece e sua vida vira uma maravilha e todos vivem felizes para sempre.É isso que a televisão passa.
Vamos para meu fraco ponto de vista.
Tudo isso que foi citado é realmente dádiva de um bom ser humano.Sempre correndo atrás de soluções para problemas.Mas você nunca despista-os.Isso é sinal de que você vive num mundo real.Sua vida não pode ser apenas lindos finais felizes construídos por belas histórias.Já me perdi.Só sei que tais comportamentos não devem ter intenções.Desse jeito não seria uma vida,mas um roteiro.As coisas devem acontecer ao acaso.É assim que aprendemos.Se caso todas as vivências fossem planejadas detalhadamente,não haveriam erros,e não haveria lição de vida.
Eu paro por aqui.Não sei como falar de coisa importante sem enrolar tudo para no final nada ter sentido.
Garz.
Vamos para meu fraco ponto de vista.
Tudo isso que foi citado é realmente dádiva de um bom ser humano.Sempre correndo atrás de soluções para problemas.Mas você nunca despista-os.Isso é sinal de que você vive num mundo real.Sua vida não pode ser apenas lindos finais felizes construídos por belas histórias.Já me perdi.Só sei que tais comportamentos não devem ter intenções.Desse jeito não seria uma vida,mas um roteiro.As coisas devem acontecer ao acaso.É assim que aprendemos.Se caso todas as vivências fossem planejadas detalhadamente,não haveriam erros,e não haveria lição de vida.
Eu paro por aqui.Não sei como falar de coisa importante sem enrolar tudo para no final nada ter sentido.
Garz.
sábado, 10 de setembro de 2011
E mais uma postagem...nada novo.
À beira da estrada estou eu esperando me levarem de volta para casa.Minha bagagem pesa e eu não conseguiria ir sozinha.O caminho é perigoso.Posso me machucar dando uma de egoísta e pouco paciente.
O problema de esperar é que não há nada a fazer alem de ficar pensando sobre a vida.Na minha opinião,isso já é repetitivo para mim.Sempre pensando,nunca agindo.Agindo sem pensar.Cansa depois de um tempo.Ter medo de viver ou simplesmente vergonha de encarar a vida não pode mais continuar me acompanhando.Vejo que minha mente está ficando para trás e eu apenas vou crescendo,sem a maturidade certa para a realidade em que vivo.Gradativamente vou perdendo aqueles que sempre estiveram comigo por essa minha infantilidade.Não só.Por me importar muito com umas pessoas e esquecer outras eu acaba magoando todo mundo.Até quando?Não sei a quem pedir ajuda,ou simplesmente atenção,conselhos.Ou será que devo ignorar essas coisas?
Vou partindo,como sempre,deixando as coisas em aberto.
Garz.
O problema de esperar é que não há nada a fazer alem de ficar pensando sobre a vida.Na minha opinião,isso já é repetitivo para mim.Sempre pensando,nunca agindo.Agindo sem pensar.Cansa depois de um tempo.Ter medo de viver ou simplesmente vergonha de encarar a vida não pode mais continuar me acompanhando.Vejo que minha mente está ficando para trás e eu apenas vou crescendo,sem a maturidade certa para a realidade em que vivo.Gradativamente vou perdendo aqueles que sempre estiveram comigo por essa minha infantilidade.Não só.Por me importar muito com umas pessoas e esquecer outras eu acaba magoando todo mundo.Até quando?Não sei a quem pedir ajuda,ou simplesmente atenção,conselhos.Ou será que devo ignorar essas coisas?
Vou partindo,como sempre,deixando as coisas em aberto.
Garz.
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